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36%

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Meta mensal da base: sustento da família e projetos em andamento. Ampliar o trabalho pede mais. Atualizado em setembro de 2026.

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Vila Real

Média inferior a 20 membros por igreja, uma das mais baixas do país (AEP 2016).

Pedido: Pelas igrejas pequenas de Trás-os-Montes e pelos pastores que dividem duas ou três congregações.

Ver o calendário completo: 20 semanas, 20 regiões
  1. Viana do Castelo Um dos distritos onde mais igrejas foram plantadas depois de 2020 (AEP 2023).
    Que as igrejas novas do Minho alcancem o português nativo e não fiquem ilhas de imigrantes.
  2. Braga Quarto distrito mais populoso; entre os que mais plantaram igrejas depois de 2020 (AEP 2023). Cidade-símbolo do catolicismo português.
    Que o evangelho seja explicado com clareza a quem cresceu com a religião como tradição.
  3. Vila Real Média inferior a 20 membros por igreja, uma das mais baixas do país (AEP 2016).
    Pelas igrejas pequenas de Trás-os-Montes e pelos pastores que dividem duas ou três congregações.
  4. Bragança Entre os três distritos com menos igrejas plantadas depois de 2020 (AEP 2025). Um dos mais envelhecidos e menos povoados.
    Que obreiros aceitem ir para o nordeste, onde quase ninguém planeja plantar igreja.
  5. Porto Com Lisboa e Setúbal, concentra 7 em 10 evangélicos do país (AEP 2016); entre os distritos com mais igrejas plantadas depois de 2020.
    Que as igrejas fortes do Porto enviem gente e recursos para o interior norte.
  6. Aveiro Entre os distritos onde mais igrejas foram plantadas depois de 2020 e mais visados para os próximos 5 anos (AEP 2025).
    Que o crescimento venha com discipulado sólido, não só com número.
  7. Viseu Distrito de interior, sem indicador específico publicado pela AEP.
    Pelas vilas do interior centro onde a única presença cristã é a paróquia tradicional.
  8. Guarda Metade das igrejas tem menos de 25 pessoas; 25% estão estagnadas ou diminuindo; um dos distritos com menos igrejas (AEP 2025).
    Revitalização das igrejas da Beira Interior e uma nova geração de crentes.
  9. Coimbra Cidade universitária mais antiga do país; sem indicador específico da AEP.
    Pelos estudantes universitários, a geração em que só um terço dos religiosos pratica.
  10. Castelo Branco Um dos três distritos menos visados para plantação de igrejas (AEP 2023).
    Que alguém olhe para a Beira Baixa como campo, e não como lugar de passagem.
  11. Leiria Distrito de Fátima, o maior santuário mariano do país; sem indicador específico da AEP.
    Que os milhões que passam por Fátima encontrem o Cristo das Escrituras.
  12. Santarém 23% das igrejas sem nenhum batismo e 10% sem conversões em dois anos (AEP 2025).
    Que igrejas que não batizam há anos voltem a ver conversões.
  13. Portalegre Distrito menos povoado; 45% das igrejas com menos de 25 pessoas e 27% sem batismos (AEP 2025).
    Pelo Alto Alentejo, onde a igreja evangélica é quase invisível.
  14. Lisboa Maior distrito; 25% da população do país vive em 10 concelhos da Grande Lisboa; dois terços dos evangélicos da região metropolitana são estrangeiros (AEP 2025; FFMS 2018).
    Por Cascais e pela Igreja Baptista de Cascais, onde servimos; que a igreja da capital alcance o lisboeta de nascimento.
  15. Évora Entre os distritos menos visados para plantação de igrejas nos próximos 5 anos (AEP 2025).
    Que o Alentejo central deixe de ser o distrito que ninguém escolhe.
  16. Setúbal Com Lisboa e Porto, concentra 7 em 10 evangélicos (AEP 2016); entre os distritos com mais igrejas plantadas depois de 2020 (AEP 2025).
    Que a margem sul, com tantas igrejas de imigrantes, se torne ponte para os portugueses.
  17. Beja 40% das igrejas com menos de 25 pessoas e 40% sem nenhum batismo em dois anos (AEP 2025); um dos menos visados para novas igrejas (AEP 2023).
    Pelo Baixo Alentejo, o distrito com os piores indicadores da igreja evangélica.
  18. Faro Algarve, região mais turística e com mais estrangeiros; no sul, menos de 3% assistem à missa (Operation World).
    Que a igreja no Algarve alcance tanto o residente estrangeiro quanto o algarvio.
  19. Madeira Menos de 20 pequenas igrejas evangélicas (Operation World); 40% com menos de 25 pessoas e 20% sem batismos (AEP 2025).
    Pela ilha onde a igreja evangélica é minúscula e a tradição católica, fortíssima.
  20. Açores 26 igrejas evangélicas em nove ilhas (Operation World); 22% estagnadas ou diminuindo e 11% sem conversões (AEP 2025). Região mais católica do país.
    Pelas nove ilhas, onde 74% dos católicos se dizem praticantes e o evangelho bíblico é quase desconhecido.

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